domingo, 14 de junho de 2009

Podem as Emoções serem Inteligentes
Para se ter uma compreensão mais plena de exatamente como poderia ser esse exercício, temos de nos voltar para outros teóricos que seguem o caminho intelectual de Gardner - mais notadamente um psicólogo de Yale, Peter Salovey, que estabeleceu com bastantes detalhes os modos como podemos transmitir inteligência às nossas emoções.
Esse esforço não é novo; com os anos, mesmo os mais ardentes teóricos do QI tentaram às vezes introduzir as emoções no domínio da inteligência, em vez de ver "emoção" e "inteligência" como uma inerente contradição em termos.
Assim, E.L. Thorndike, um destacado psicólogo que também foi influente na popularização da idéia do QI nas décadas de 20 e 30, sugeriu em artigo na Harper's Magazine que um dos aspectos da inteligência emocional, a inteligência "social" a própria capacidade de entender os outros e "agir com sabedoria nas relações humanas" era em si um aspecto do QI de uma pessoa. Outros psicólogos da época adotaram uma visão mais cínica da inteligência social, encarando-a em termos de capacidade de manipular outras pessoas levá-las a fazer a nossa vontade, querendo ou não.
Extraído do livro Inteligência Emocional, de Daniel Goleman

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