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quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

ROMPENDO COM CICLOS DE REPETIÇÃO



Por Silvia Malamud

Você já se deparou vivendo repetidas situações que trazem desconforto emocional?

Roberto, por exemplo, é excelente profissional, mas toda vez que recebe promoção em seu trabalho, algo de ruim lhe acontece impedindo que sua nova conquista se realize ou dificultando-a. Na ultima vez, quebrou a perna de tal modo que teve que ficar imobilizado por tempo suficiente para que o início do novo status de trabalho fosse dificultado. Já era a terceira vez que algo desastroso lhe acontecia em vésperas de evoluir... Coincidência? Acaso? Azar? Autossabotagem?

Luiza sempre que engatava num namoro, após cerca de quatro meses de convívio, situações diversas provocavam o rompimento afetivo...

Vivemos ciclos repetitivos, muitas vezes em versões de cenários parecidas, mas com o mesmo conteúdo emocional. A maioria de nós frequentemente passa por versões de sonhos muito semelhantes, versões estas que absolutamente sempre evocam desconforto ao acordar.

O movimento de evolução da alma sempre é o mesmo, acordados ou dormindo todos estamos querendo nos tornar mais lúcidos sobre questões de difícil acesso. Transpor seguindo adiante mais fortalecidos, libertando-nos para viver diferentes experiências e aprendizados é o objetivo. Enquanto a "alma" no sentido de entidade maior não aprender suas lições, não conseguirá seguir adiante em determinadas áreas de sua existência. É a lei.

Terapias profundas de reprocessamento como EMDR e Brainspotting costumam dar conta dessas movimentações e mudanças nos ciclos repetitivos de vida.

Terapias em que apenas se sabe o motivo dos problemas, normalmente não dão conta de transformá-los, a ponto de se mudar definitivamente padrões de funcionamento. Vínculos emocionais profundos e obscuros não fazem parte de experiências precoces que tivemos e são de difícil acesso.

No EMDR, por exemplo, o paciente pode passar pela aventura de assistir a si mesmo em seu nível mais profundo de funcionamento. O máximo é a perplexidade que ocorre à medida que associações profundas e desfuncionais ficam às claras e se reprocessam mudando as respostas tanto neurológicas como emocionais. Certamente, uma grande e lúcida aventura da consciência!


Fonte: http://somostodosum.ig.com.br/conteudo/c.asp?id=12508

terça-feira, 13 de novembro de 2012

A MEDIDA DA FELICIDADE



O que determina o progresso de um país? A resposta de muitos seria "o crescimento econômico, medido pelo PIB (Produto Interno Bruto)." Mas muita gente não sabe que foi criado um conceito de desenvolvimento em contrapartida ao PIB. Trata-se do FIB (Felicidade Interna Bruta), originado a partir dos valores espirituais budistas.

Enquanto os modelos tradicionais de desenvolvimento têm como principal objetivo o crescimento da economia, o conceito de FIB baseia-se no princípio de que o verdadeiro desenvolvimento de uma sociedade só é possível quando o desenvolvimento espiritual e material caminham juntos.

O termo foi criado em 1972 pelo rei do Butão, Jigme Wangchuck. O vice-presidente do Conselho Nacional do Butão, Karma Ura, esteve no Brasil na Rio + 20, para explicar a novidade. Segundo ele, o FIB reconhece a felicidade como o maior bem comum de uma nação. A partir disso, nove indicadores foram criados para definir o conceito: bem-estar psicológico, saúde, uso do tempo, vitalidade comunitária, educação, cultura, meio ambiente, governança e padrão de vida.

Enquanto o FIB não é realmente adotado como medidor de desenvolvimento das nações, as discussões continuam mundo afora, com os críticos do PIB classificando-o como ineficaz e ultrapassado. A americana Susan Andrews, coordenadora do FIB no Brasil, filosofou:
"Em suma, o PIB mede tudo, menos aquilo que faz a vida valer a pena."

Fonte: www.balisun.com.br

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

A demissão é previsível, sim!



Por: Gutemberg B. de Macedo

A demissão é uma ameaça sempre presente e constante na vida dos profissionais nos dias atuais, tanto dos maus quanto dos bons; tanto dos incompetentes quanto dos competentes; tanto dos preparados quanto dos despreparados. Não há exceção. Todos estão sujeitos à sua fúria, não importam as suas causas e circunstâncias. A maioria dos profissionais poderá até mesmo sair de sua residência alegre e feliz para o trabalho pela manhã, porém voltar para casa no final do dia, triste, magoado, inseguro e com a sua autoestima destroçada. Eles foram demitidos!

Infelizmente, muitos profissionais se comportam de maneira displicente quanto a essa realidade e ameaça. Até bem pouco tempo atrás, as pessoas afirmavam que a única certeza que os homens tinham era a certeza da morte - "O salário do pecado é a morte" -, ensinavam os teólogos. No entanto, hoje temos de admitir e afirmar que a demissão é tão certa quanto à própria morte. Ela paira sobre a cabeça de todos.

As novas regras do mercado de trabalho mudaram de forma radical. Entretanto, ainda hoje, muitos profissionais não se deram conta dessa transformação. Eles continuam como os homens descritos no relato bíblico nos dias de Noé - a história do dilúvio - descrentes de sua consumação.

William Bridges, renomado consultor norte-americano, em seu trabalho, "Job Shift", as definiu nos seguintes termos:

- Todo empregado é um trabalhador contingente, não apenas os trabalhadores em tempo não-integral e sob contrato. O emprego de todos é contingencial aos resultados que a organização atingiu;

- Os trabalhadores precisam considerar-se como pessoas cujo valor para a organização deve ser demonstrada em cada situação sucessiva em que se encontrarem;

- À luz de sua contingência, os trabalhadores precisam desenvolver uma mentalidade, uma abordagem ao seu trabalho e um modo de administrar suas próprias carreiras que mais se assemelhe à de um vendedor externo (prestador de serviço) do que à de um empregado tradicional. É prudente que os trabalhadores pensem que estão no seu próprio negócio e que, na verdade, suas tarefas lhes foram entregues pela empresa como um serviço terceirizado;

- Os trabalhadores devem agir como pessoas que estão num negócio próprio e manter um plano de autodesenvolvimento de carreira, assumir a responsabilidade de investir em fundos de seguro-saúde e aposentadoria e renegociar seus acordos de remuneração com a organização quando e se as necessidades organizacionais mudarem;

- E, por último, eles precisarão estar prontos para passar de um projeto para outro dentro da mesma organização, também devem esperar que, mais frequentemente do que no passado, precisarão mudar de uma organização para outra.

A velha piada sobre os trabalhadores das indústrias expressa de maneira jocosa esse novo quadro do mercado de trabalho.

Dois empregados conversavam sobre como as novas regras do mercado poderiam afetá-los; um deles questionou: "Você acha que o seu emprego está em perigo? Ao que o colega retrucou: "Não. Meu emprego está muito seguro. Eu é que sou dispensável". (Speakers Library of Business Stories, Anedoctes,humor, de Joe Griffith, 1990, pág. 182)

Caro leitor, a demissão é previsível, sim. O primeiro passo para a sobrevivência é descobrir se existe risco de você perder seu emprego atual. Uma vez definido o grau de risco a que está exposto, você poderá preparar um plano e agir inteligente e apropriadamente para assegurar a sua permanência na empresa, se e quando possível.

Para ajudá-lo nessa tarefa - determinar o quanto está em risco o seu emprego -, preparei as seguintes perguntas. Ao respondê-las, preste muita atenção ao número de vezes em que responde de maneira afirmativa. Se as suas respostas foram de natureza afirmativa, prepare-se. A sua demissão pode ocorrer a qualquer momento.

- Sua empresa tem problemas de fluxo de caixa ou está endividada? A diretoria já tentou induzir funcionários com mais tempo de casa a se aposentarem mais cedo?

- Existe proibição de novas contratações para os próximos seis meses?

- A sua companhia passa por processo de fusão, aquisição ou de reengenharia?

- O seu gerente, ou o diretor dele, foi demitido?

- A diretoria anunciou medidas drásticas de contenção de despesas, inclusive do cafezinho?

- O seu gerente prevê o término de um contrato sem promessa de renovação ou extensão?

- Na sua última avaliação sua nota foi abaixo da média?

- A empresa parou de investir em propaganda dos seus produtos?

- A sua companhia anunciou perdas nos últimos trimestres?

- O seu gerente está se encontrando com o gerente de recursos humanos?

- Você não é mais convidado para as reuniões das quais participava anteriormente?

- O seu diretor está prevendo para breve nova redução no quadro de funcionários?

- Você é a pessoa mais bem paga no seu grupo, enquanto que existem outras pessoas em níveis inferiores que são capazes de desempenhar o seu trabalho?

- Você tem um relacionamento distante ou conflituoso com seu gestor?

- Você desenvolve tarefas que não contribuem diretamente para os lucros da companhia - "fake work"?

- Você perdeu o interesse no seu trabalho e o executa com indiferença, displicência e falta de paixão? O mundo do trabalho muda a cada dia.

Portanto, seja sábio. Nenhuma empresa tem obrigação de lhe oferecer um emprego para toda vida.

http://www.rhcentral.com.br/artigos/artigo.asp?cod_tema=2874

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

ROUPAS PARA TRABALHAR



PESCOÇO ALONGADO EM DECOTES ABERTOS
Não só pescoço, mas pulsos e tornozelos à mostra sempre sofisticam o look: partes do corpo mais magrinhas à mostra significam uma figura toda mais afinada, e figura mais afinada sempre parece mais elegante. Clica aqui pra ter idéias de como fazer!

VISUAL SEM QUEBRA DE COR NA CINTURA
Mesma idéia do primeiro “mandamento”: quanto mais alongada a silhueta parecer, mais sofisticada a imagem inteira também parece. E quando a gente usa as partes de baixo e de cima do look na mesma cor (ou em cores diferentes em tonalidades semelhantes), sem criar dois blocos “distintos” e separados na silhueta, o visual não tem quebra de cor na cintura. Sabe como?

TRÊS CORES (NO MÁXIMO) POR LOOK
Quanto mais cores num look, mais informal ele fica. Esse é o mandamento que tem efeito mais imediato na hora de sofisticar o guarda-roupa profissional! Bom é manter três cores no máximo por look – sendo uma dessas cores mais viva e as outras, de preferência, mais neutras e calmas.

CORES NEUTRAS NA ROUPA, COLORIDAS NOS ACESSÓRIOS
Mais de coordenações que sofisticam: na hora de selecionar as três cores, a gente pode dar preferência à peças de roupa em cores neutras pra deixar as cores coloridas pros acessórios que usar – e coordenações de neutras com neutras são sempre uma pedida elegantona. Assim as cores coloridas marcam presença e alegram o look, mas em “pequenas doses” - equilibrando mensagens e comunican

UMA ESTAMPA OU UMA TEXTURA POR VEZ
Estampas e texturas são “informalizadores” de look. Então, quanto mais estampas e texturas num visual, mais informal – e não sofisticado! – ele fica. Quando o look tiver textura ou estampa elas podem ser o ponto de partida pra coordenar todo o resto, com tudo mais liso e neutro na composição!

TRÊS PECAS EM CADA LOOK
A gente continua achando que look com uma terceira peça como complemento é sempre mais elegante e sofisticado do que looks mais simples. Clica aqui pra conhecer mil jeitos de acrescentar a terceira peça ao look – no calor e no frio, no ambiente mais arrumadão ou mesmo no mais informal.

CAIMENTO SOLTO SEM GRUDAR NA PELE
Essencial pra parecer elegante é não parecer apertada, desconfortável ou mesmo mais sensual do que um ambiente profissional deixa a gente ser. O caimento de tudo que a gente usa pra trabalhar pode seguir a silhueta e definir formas, mas sem grudar na pele, sabe como?

MATERIAIS DE QUALIDADE
Outro essencial: não adianta a gente querer sofisticar e usar materiais dos mais informais do universo (tem um monte de direções aqui, clica!). E material de qualidade não significa material caro – significa o melhor material que o nosso orçamento pode comprar, bem conservadíssimo inclusive.

Então, vejam que a lista não quer deixar ninguém com cara de séria nem quer moldar ou engessar o vestir. Tem como adaptar esses “mandamentos” pra profissões diferentes e tem também como compensar um mandamento com outro, se for o caso! Prontas pra arrasar amanhã no escritório?!??

Fontes de imagem: Blog Fashion 4Fun-
http://fashion4fun.com.br/moda-dica-roupa-para-trabalhar-comportada-sem-ser-careta

Fontes de texto: Blog- Oficina de Estilo- http://oficinadeestilo.com.br/blog/tag/roupa-para-trabalhar/



quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Os tipos mais chatos de colegas de trabalho e como lidar com eles


Fonte: Blog Gerente bem informado
http://www.gerentebeminformado.com.br/2011/06/os-tipos-mais-chatos-de-colegas-de.html


Não tem jeito. A menos que você tenha sido o escolhido para cuidar daquela paradisíaca ilha australiana, terá que conviver com algumas (ás vezes muitas) pessoas no seu local de trabalho. Poucos são os sortudos que fazem parte de equipes afinadas, que se complementam perfeitamente e mais parecem uma família. Geralmente rola um stress, seja por causa do volume de trabalho ou por causa de mera incompatibilidade de gênios. Não adianta, por mais que você goste e seja amigo do colega ao seu lado, uma hora vai se irritar com ele. Vamos pensar um pouquinho sobre os diversos tipos de colegas chatos e como lidar com eles?

O FOLGADO


É aquele que faz cara de ocupado, mas passa o dia inteiro no MSN combinando festa com os amigos. Na hora das reuniões, tenta levar crédito pelo trabalho de todo mundo e irrita profundamente. Mas como o cara é parceiro de cerveja no final de semana, o povo acaba relevando. Solução: chama o cara para o trabalho. Pede ajuda, envolve a criatura nas atividades realizadas. E se não adiantar, chama o chefe.

O OLHEIRO


Esse tipo está o tempo todo andando pela empresa. Sabe onde todo mundo está e o que está fazendo. Quem já terminou o trabalho, quem ainda tem pendências, quantas vezes cada um foi no banheiro ou tomar café. Cuida da vida e do trabalho de todos enquanto o dele se acúmula em cima da mesa. Passa tanto tempo preocupado com o trabalho dos outros que nunca tem tempo pra fazer o seu.

O FOFOQUEIRO


Apesar de levarmos sempre a fama, os homens são igualmente (ou até mais) fofoqueiros. Em todo lugar tem aquela pessoa que gosta de comentar a vida de todo mundo, e nem sempre de uma maneira legal. A maldade destilada atinge desde o nosso desempenho no trabalho até a nossa vida pessoal. Para uma criatura assim, só há uma coisa possível a ser feita: manter distância. Muita distância. Mesmo que tenhamos muita curiosidade para saber o que está acontecendo na vida de todo mundo, a próxima vítima pode ser você.

O RECLAMÃO


O cara passa o dia se lamentando: as pessoas são chatas, o trabalho é insuportável, a vida é uma merda. Meia hora ouvindo aquilo ali e parece que você está carregando o mundo nas costas, de tão negativa que é a sua energia. Solução: educadamente, sugira ao colega que procure uma atividade que lhe dê mais prazer. E ao chegar em casa, não esqueça de tomar um banho com sal grosso.

O METÓDICO

O cara tem o jeito dele de trabalhar e de fazer as coisas. Ele já tem na cabeça dele qual é o jeito “certo” de realizar determinadas tarefas e se você não faz do jeito DELE você está fazendo tudo errado, ainda que no final o resultado seja exatamente o mesmo.

O NERVOSO


Nunca está satisfeito com nada. Sempre com os nervos a flor da pele, explode por tudo. Vê defeito em tudo, reclama, reclama, mas nunca apresenta uma solução. Chega na empresa reclamando e vai embora reclamando.

O AMBICIOSO

Esse só pensa em subir na vida. Puxa o saco dos superiores, tenta levar crédito por tudo de bom que o setor produz e não tem o menor pudor em puxar o tapete dos outros. Esse tipo é mais comum que a gente pensa. Desconfie de gente muito boazinha e simpática. Abra o olho, não compartilhe suas idéias e acredite que terá sucesso mesmo sem se submeter a esse tipo de coisa. Mas não deixe de aprender uma coisa fundamental com essa figura: a vender o seu peixe. Propaganda é a alma do negócio, em qualquer negócio.

O PERSEGUIDO

Está o tempo todo falando em complôs. Acha que vai ser mandado embora a qualquer momento. Se você passou por ele logo de manhã e não falou “Bom dia” com um sorriso enorme no rosto ele já acha que você está bravo com ele, ou que você está sabendo de algo relacionado à sua demissão.

O PALHAÇO

É difícil não identificar alguém que você conhece nessa categoria. Esse é a alma da festa, e a alegria do escritório. Sempre fazendo brincadeiras e animando o ambiente, ele alivia as tensões de um dia puxado no trabalho. Mas cuidado para não se contagiar com o espírito alegre do palhaço e deixar suas atividades de lado para contar piadas. Tudo tem hora.

O CAPACHÃO

Quem lembra do Capachildo Capachão da TV Colosso? “– Oh, magnânimo chefinho.”

É impossível não dizer que um dos tipos mais irritantes são os puxa-saco. Se o chefe for pra praia o cidadão é capaz de morrer afogado. Se tirar uma radiografia, certeza que aquele seu colega de trabalho aparecerá pendurado. Afinal, quem precisa de personalidade se tem um saco pra puxar?

Haja paciência com esse tipo! Pior que o puxa-saco só mesmo o chefe que gosta do puxa-saco.

O BONZINHO

Sabe aquela pessoa que está o tempo todo sorrindo, te chamando de “amiga”, cheia de abraços e beijinhos e carinhos, te trata como a pessoa mais querida do mundo, mas está preparando a sua cama e não perde a oportunidade de, nas suas costas, claro, apontar seus defeitos para os outros? Pois é! Tenho tanto trauma desse tipo que não confio em gente “AI AMIGAA” demais.


Este post é uma adaptação do Diva Diz e Tramado por Mulheres

terça-feira, 31 de julho de 2012

Falta comprometimento ou respeito?


Trabalhando muito tempo como Consultora de RH, tive a oportunidade de conhecer algumas empresas de diferentes segmentos, com diferentes formas de gestão. Algumas delas com excelentes resultados outras nem tanto e outras com nenhum.

A experiência como Consultora me possibilitou olhar de forma sistêmica o conjunto de possibilidades que podem levar a um determinado resultado. Positivo ou negativo.
Normalmente, resultados positivos compatibilizam funcionários positivos, ou seja, que possuem comprometimento integral, não só com o trabalho que executa, mas com todo o pessoal da equipe. O ambiente é propício a produtividade ascendente. O turn over é mínimo, dentro da realidade.

Por outro lado, quando temos funcionários sem nenhum comprometimento, o risco de tudo dar errado é evidente. As desculpites são crônicas e utilizam-se de várias estratégias para que as situações não aconteçam. A "culpa" é de alguém. Menos de nós mesmos. O "erro" é de alguém. Menos de nossa falta de vontade e atenção.

Mas até quando faremos parte do não?
Até quando seremos coniventes com a falta de comprometimento e respeito que envolvem também a alta Gerência e donos de empresas?
A valorização começa de dentro para fora. Mas para isso, precisamos de profissionais competentes na área de RH. Profissionais que conheçam e monitorem indicadores de forma imparcial.

Precisamos que as empresas tenham outro olhar para a área de Recursos Humanos. Mas precisamos também, que esses profissionais monstrem para que vieram. Ficar na mesmice acarretará na estagnação da empresa, no inconformismo de seus colaboradores e pior, num resultado mensuravelmente negativo para todos.

Se não temos bons profissionais na área de RH. Certamente não temos bons frutos nas outras áreas também.

Pense Nisso!
Texto: Elaine Souza

quinta-feira, 26 de julho de 2012

Desmotivação

Hoje pela manhã, recebi em minha sala algumas pessoas que vieram falar sobre desmotivação. Ao ouvi-las, comecei a pensar no que realmente faria um funcionário desmotivar-se do trabalho... Entendendo de maneira sistemica,a desmotivação é o ato de perder o interesse por algo que já foi um motivo de entusiasmo...Algumas empresas não possuem essa preocupação. E o turn over então acontece em saltos imensuráveis. Não é o fato de substituir um funcionário, que resolve o problema. O custo que é gerado, muitas vezes mascarados por líderes mal informados e despreparados, é imensamente proporcional ao tempo de um novo treinamento deste funcionário recém admitido. Não se substitui problemas por outros problemas. Falta, talvez, a preocupação em equacionar situações tão insignificantes, que muitas vezes tomam proporções desnecessárias. As maiores queixas que tenho, como Consultora de RH é a falta de comunicação que os líderes possuem com seus colaboradores. O não entendimento básico de legislação trabalhista, onde punições são aplicadas sem o mínimo conhecimento de controle, "ordens" são estrategicamente mal repassadas, a título de não ter uma responsabilidade dirigida do caso. Enfim, ficaria aqui talvez, muito tempo enumerando as queixas que recebo, tanto pessoalmente, como por email de vários funcionários, nas mais diferentes empresas e segmentos. Por que não termos interesse em desenvolver líderes ? O líder de verdade que conhece sua equipe, mensura resultados, motiva, reconhece e desenvolve. Assume responsabilidades e delega? Levamos algum tempo para desenvolvermos líderes eficazes. Leva-se mais tempo ainda ter uma equipe produtivamente motivada. Qual o custo maior para os empresários? Quem são as pessoas que lideram suas equipes? Quantas perdas importantes fizeram com que seus processos tivessem que recomeçar? São perguntas básicas, mas que muitas vezes, ficam sem respostas. Preocupar-se com o tipo de liderança que você tem em sua empresa, pode ser o início de um upgrate no seu budget. Pense nisso! Texto: Elaine Souza

quinta-feira, 19 de abril de 2012

FOFOCAS DE CORREDOR

NÃO MORRA PELA BOCA Existe ética até mesmo na hora de fofocar. Veja como estabelecer uma relação de confiança com os outros e evitar que seus comentários se voltem contra você: Ouça mais - Sabe por que temos duas orelhas e uma boca? Para ouvir mais e falar menos. Abra o olho - Na hora de passar seu recado, cuidado. A comunicação informal é algo que corre sem controle. Por isso, muita cautela ao escolher a pessoa com quem você vai falar. É do jeito dela que a história será passada adiante. Seja discreto - Não gaste tempo comentando sobre fofocas correntes no escritório. Na hora do "vamos ver", você pode ser considerado culpado por associação. Seja do bem - Fofoca corporativa é para trabalhar a favor de sua carreira. Portanto, não seja "língua de trapo" e, se algum comentário seu magoar alguém, peça desculpas imediatamente. Troque dados - Não dá para ficar sabendo de tudo se você nunca diz nada de relevante. Para obter informações, coloque na roda algo que pode ser importante para a carreira do seu parceiro. QUANDO VOCE É O ASSUNTO Quando a fofoca vira boato, fuxico, sua carreira e imagem podem sair prejudicadas. O que fazer, então? Regra número 1: respeite a proporção - A resposta tem de ser do tamanho do prejuízo. Ao se pronunciar publicamente contra um boato, você pode chamar a atenção de quem nem sabia do mexerico. Logo, é sempre um risco divulgar um comunicado para a empresa inteira. Regra número 2: avalie o estrago - Se o boato for algo danoso demais, vale a pena se pronunciar publicamente, pois as conseqüências podem ser ruins, mesmo que atinjam pouca gente. Fonte: http://www.grupolet.com/noticias_20090302_fofoca.asp Por Alexandre Peconick

sexta-feira, 30 de julho de 2010

Torne sua empresa um ótimo lugar para se trabalhar



Anualmente, temos a possibilidade de acompanhar indicadores de qualidade sobre o ambiente de trabalho de grandes empresas. A partir dos resultados desse tipo de pesquisa, podemos inferir que há uma grande relação entre os esforços corporativos para a criação de um ambiente de trabalho agradável e o sucesso financeiro. Não penso apenas no espaço físico do escritório, mas, principalmente, na motivação, no engajamento e no bem-estar mental dos colaboradores.

Deixamos há algum tempo o paradigma de empresas que apostam fortemente em estruturas horizontalizadas - verdadeiros símbolos de estresse e do desgaste gerado por longas jornadas de trabalho -, tendo como figura central o chefe mal-humorado e extremamente exigente. A ideia agora é fazer com que as pessoas trabalhem com muito foco, por um período de tempo menor, e gerando mais resultados. A fórmula parece não funcionar, mas as grandes empresas têm tirado proveito dessa mistura de alta performance e investimento dos funcionários em suas vidas pessoais.

Observe que, em nenhum momento, disse que há a necessidade de grandes investimentos, e sim de uma preocupação verdadeira sobre como os funcionários podem deixar à mostra o melhor de suas competências. Isso quer dizer que todas as empresas, independentemente do seu porte, podem estabelecer políticas de gestão de pessoas conciliadas com o bem-estar físico, financeiro e mental.

Especialmente para os profissionais das gerações mais recentes, a realização com o trabalho é um ativo mais importante que a própria remuneração. Traduzindo: nessa nova realidade as organizações devem ter propósitos financeiros e sociais capazes de trazer satisfação aos funcionários durante suas jornadas. Gerenciar grandes volumes de dinheiro ou tocar projetos no exterior não são os únicos objetivos de quem pensa grande. Por isso, questões como sustentabilidade e voluntariado têm ganhado tanto espaço dentro da iniciativa privada.

Planos de saúde, salários adicionais ao final do período fiscal e cursos pagos pela companhia não são mais diferenciais. Agora, o desafio dos gestores de RH é possibilitar, por exemplo, que os profissionais tenham tempo para praticar esportes durante a semana e a disponibilidade de levar seus filhos à escola pela manhã. Os jovens, particularmente, querem ter a certeza que poderão flexibilizar seus horários por conta de cursos de desenvolvimento ou mesmo de viagens.

O importante é ter em mente que o investimento em pessoas traz apenas um resultado: benefícios tanto para a empresa quanto para seus funcionários. Além de profissionais mais felizes, a realização é capaz de gerar estímulos para que os colaboradores acionem energias interiores que elevam os índices de produção, tanto em quantidade quanto em qualidade.

Artigo publicado na www.vocerh.com.br
por Renato Grinberg

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Quem quer faz. Quem não quer, arruma uma desculpa

Quem quer faz. Quem não quer, arruma uma deculpa

As empresas estão abarrotadas de pessoas que carregam consigo inúmeras respostas para explicar os motivos pelo qual deixaram de concluir determinadas atividades. É comum termos na ponta da língua um motivo chave que esclareça as dificuldades que nos levaram a não realizar aquela tarefa. Normalmente, o item mais comum da lista que contém milhares de desculpas possíveis é a falta de tempo. Concorda?

Se excluirmos os compromissos que estão totalmente fora de nosso controle ou atuação, os outros que não foram finalizados simplesmente deixaram de ser priorizados ou escolhidos por nós. Perceba os pretextos quando analisamos os motivos aos quais deixamos de cumprir determinada tarefa: você não leu aquele livro, porque teve preguiça. Não retornou aquela ligação, porque o cliente não lhe agradava. Não concluiu todas as atividades agendadas para o seu dia, porque priorizou outras tarefas. Deixou de ir à academia, porque estava sem motivação. Você não termina de escrever seu livro, porque precisa revisar outras vezes. E, com essas explicações para suas não-realizações, a vida passa.

Acredito que, para a maioria das pessoas, o problema para a não cumprir seus afazeres não é a falta de tempo, mas a sobra de desculpas. Quando desejamos realizar uma tarefa de verdade, ou seja, quando a vontade ou a necessidade é maior do que tudo, tendemos a ir atrás e fazer o que for preciso para atingir o objetivo. É preciso entender que todo ser humano cria desculpas, vez ou outra, para as pessoas ao qual nos relacionamos, visando um bem maior. Quem nunca faltou à aula para ver a/o namorada/o?

Ensino as pessoas a administrarem seu tempo e empresas a terem menos urgências. Mas isso não é uma tarefa fácil para a grande maioria dos clientes. Re-educar o planejamento, a maneira de priorizar as atividades, fazer com que essa pessoa agende seus afazeres no Neotriad (software) e fique com ele aberto o tempo todo para gerenciar o seu dia requer dedicação e força de vontade. Parece simples, mas não é. As pessoas necessitam e um entendimento: não temos que vencer o “vilão” do tempo, mas temos que lutar contra a “zona de conforto”, ao qual muitas vezes nos mantemos. É o modelo operante que existente em nós, criado através de nossos pensamentos e processados em nosso cérebro.

Esse padrão mental é o principal gerador da preguiça, nossas desculpas, a falta de tempo e não-realizações. Como vencê-lo? Primeiro, devemos nos conscientizar de que vivenciamos, há algumas décadas, um exemplo antigo pré-estabelecido, contra apenas alguns dias de um novo modelo. Isso requer duas coisas: a primeira é persistência constante, ou seja, todo o dia precisamos nos forçar a aplicar um pouco desse novo protótipo que desejamos implantar. Depois, será necessário encontrar um forte motivo que nos motive a manter esse ritmo.

Por que você quer mais tempo? Quando essa pergunta estiver respondida de forma que realmente toque todas as partes do seu cérebro, da sua alma, do seu coração e do seu ser, pode ter certeza que você desvendou a maneira de vencer seu antigo modelo.

Quem quer realizar algo que realmente traga resultados a curto, médio e longo prazo, e descobrir um motivo para isso, pode ter a certeza que irá cumpri-lo. Caso contrário, você vai encontrar uma excelente desculpa para deixar a realização para depois.

*Christian Barbosa é o maior especialista no Brasil em administração de tempo e produtividade. Fundador da Triad PS, empresa multinacional especializada em programas e consultoria na área de produtividade, colaboração e administração do tempo
Reportagem Revista VocêRH

QUAL É O SIGNIFICADO QUE VOCÊ DÁ PARA SUA VIDA?