Equipe Gerencial- Sandler
Vivemos em tempos solitários e muitas vezes não conseguimos dividir nossas angústias e problemas com outra pessoa. Cada um traz consigo um mundo particular. Aquele que as redes sociais não vê. Baseado nisso, aceitei as sugestões de amigos para compartilhar experiências vividas nesses 25 anos no caminho de tantas pessoas. Espero que gostem. Espero que em algum momento possa ajudar alguém. Mergulhem.
quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
domingo, 27 de setembro de 2009
ROMPENDO CRISÁLIDAS....

Rompi minha Crisálida
Agora sou uma borboleta feliz e ansiosa que fia com urgência a sua história.
Sei que a minha existência é breve e preciso projetar para o mundo o tempo que hibernei.
No meu ciclo de larva eu já recolhia tudo, a metamorfose das cores, o veneno necessário, a experiência do mel.
Involuntariamente eu me construía para o mundo, sugava com as patas a seiva das plantas, me preparava para um dia voar. Mal podia supor que as minhas asas seriam tatuadas de todas as formas, sobreposição de escamas cintilantes igual a um telhado suspenso no ar.
Asas, minha enseada e minha perdição. Acho mesmo que as antenas aguçadíssimas e olhos sensíveis ao som vieram dessa minha vontade de ir sempre além.
É arriscado voar e é por isso que vôo. Sou atraída por novas montanhas e desconhecidas planícies - não posso esperar porque o tempo que me pertence é uma única estação. Vôo para estar na aventura do Vôo e Vôo também pelas borboletas domesticadas que perderam a ousadia de voar.
São asas que se tornaram apenas ombros, e "os ombros suportam o mundo" como o poeta escreveu. Vôo, Vôo sim. Já tenho até na asa esquerda algumas violências de pássaros que não são nenhuma ilusão de ótica.É ferida mesmo, marcas do bico de um predador que me avistou nas asas da descoberta e quis me prender. Feriu-me, mas em troca recebeu o gosto do meu veneno.
Não nasci para perpetuar apenas doçura do néctar, a seiva que trago no corpo é também minha senha e minha arma. Simplesmente, a minha natureza é feita de círculos, de quebra planos, de aspirais. Não tenho nada a ver com o vôo em linha reta, sou responsável por mim e pela aventura de outras borboletas, minha vida é transgredir.
Afinal de contas voar é com os pássaros, e inventar o rumo das coisas, migrar sem descanso no horizonte da procura, é com as borboletas.
Por isso minha história, aconteça o que acontecer, só deve valer para quem sabe que toda verdade é sempre um pedaço de outra coisa e que o vôo mais urgente é revolucionar os jardins
sábado, 29 de agosto de 2009
A História dos Gansos
Os cientistas descobriram sobre por que os gansos voam na típica formação em “V”
Aprendemos que, à medida que bate suas asas, cada pássaro provoca uma elevação que está imediatamente atrás dele. Voando na formação “V”, o bando inteiro consegue um rendimento 71% maior do que se cada pássaro voasse sozinho.
Verdade básica 1: As pessoas que dividem uma direção em comum e têm senso de comunidade chegam mais rápido e mais facilmente a seu destino, porque estão viajando baseadas na confiança.
Sempre que um ganso cai, o bando sente a força de resistência ao avanço e tenta configurar com rapidez a antiga formação, para ter a vantagem da força de ascensão do pássaro que está imediatamente à frente.
Verdade básica 2: A força e o poder (a segurança também) aumentam quando se viaja na mesma direção que outros, com os quais dividimos um objetivo em comum.
Quando fica cansado, o ganso que está na frente se atrasa e outro toma sua posição.
Verdade básica 3: Vale a pena trocar de turno em um trabalho muito árduo - com pessoas ou gansos que voam para o norte.
Os gansos de trás grasnam para encorajar os da frente e aumentar a velocidade.
Verdade básica 4: quem exercita a liderança precisa ser encorajado com elogios e apoio.
Finalmente, quando um ganso adoece ou é ferido por um tiro e cai, dois gansos saem da formação e o seguem, para ajudá-lo e protegê-lo. Eles ficam com ele até que seja capaz de voar novamente ou morra, e depois começam uma nova formação ou partem em busca de seu grupo.
Verdade básica 5: Devemos apoiar quem trabalha conosco em seus momentos de necessidades.
segunda-feira, 3 de agosto de 2009
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